O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   11 de Fevereiro de 2016
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Willams Araújo
Pra valer
Pra valer

Passada a folia do carnaval, as atenções estarão voltadas a partir de agora para as eleições municipais de outubro, quando os partidos e coligações vão correr em busca de votos na tentativa de eleger prefeitos e vereadores, além de emplacar vices. Tanto em Campo Grande quanto nas principais cidades do Estado, o quadro é de indefinições. Na Capital, a sucessão do prefeito Alcides Bernal (PP) deve ser marcada por muita polêmica por causa da rivalidade com o grupo político liderado pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB). 

Bola da vez

Em Dourados, o prefeito Murilo Zauith (PSB) vai tentar eleger o seu sucessor. A ideia é transmitir o cargo para o deputado estadual Barbosinha, de quem é correligionário. No entanto, o socialista deverá enfrentar uma disputa acirrada com o deputado federal Geraldo Resende (PMDB) e com o ex-deputado federal Marçal Filho (PSDB). Correndo por fora surge a vereadora Délia Razuk (PMDB), que deve anunciar em breve sua filiação ao PR do cardeal Londres Machado. 

De volta
De volta

Aliás, fontes palacianas dão conta do retorno de Londres Machado à política sul-mato-grossense, onde o cardeal reinou por cerca de 44 anos, sendo recordista de mandatos do país no poder legislativo, 11 no total, dos quais, sete como presidente da Mesa Diretora da Assembleia. Dizem que a deputada estadual Grazielle Machado, filha do homem, estaria desistindo da reeleição para cuidar da saúde.

Tensão

A crise financeira, agravada mais ainda pelo fracasso da área econômica do governo da presidente Dilma Rousseff, deve prejudicar muitos prefeitos que pensam na reeleição. A coisa anda tão feia nos municípios que alguns deles até pensam em desistir de tentar mais um mandato nas eleições de outubro. Outros, no entanto, navegam em águas tranquilas e devem ter reeleição garantida, segundo especialistas.

Na cola

O ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PTB), encomendou pesquisa de intenções de voto (para consumo interno) a fim de medir a sua densidade eleitoral, assim como a de seus eventuais adversários políticos na disputa pela prefeitura em outubro deste ano. No entanto, o petebista só não esperava ver em sua cola, empatado tecnicamente, o atual prefeito Alcides Bernal (PP), em pré-campanha à reeleição.  “Temos visto todas as pesquisas, quando o Nelsinho aparece com 41%, o Bernal tem 39%, acho que vai ser uma eleição difícil porque o atual prefeito deve se apresentar como vítima”, confidenciou um correligionário do ex-prefeito, referindo-se a manobra que culminou com a cassação do progressista.

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