O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   16 de Outubro de 2017
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Willams Araújo
Em aberto

Ainda indefinida, a corrida eleitoral só deve ganhar corpo lá por meados de abril ou maio do ano que vem, véspera das convenções partidárias que escolherão os candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul. Isso porque apenas o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem se movimentado nessa direção. As demais candidaturas, como a do PMDB de André Puccinelli, ainda são incógnitas. 

Conforto
Conforto

A um ano das eleições de 2018, a candidatura de Reinaldo Azambuja à reeleição se impõe como fato irreversível. O governador saiu fortalecido principalmente depois das falsas acusações do delator do Grupo JBS, Wesley Batista, envolvendo seu nome em esquema de propina. Depois da mídia negativa que o fez perder pontos preciosos de popularidade, o  tucano tem tudo para se recuperar e se fortalecer ainda mais em 2018, segundo analistas. 

Campo minado
Campo minado

Aliás, outros nomes como o do juiz aposentado Odilon de Oliveira, que afivela malas para ir para o polêmico PDT de Dagoberto Nogueira, surgem como alternativa. O médico Ricardo Ayache, presidente da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de MS), também é lembrado. No entanto, o que tem inibido potenciais candidatos é o andamento da Operação Lama Asfáltica, aquela que levou Edson Giroto (PR) pra cadeia. O silêncio das investigações intriga quem tem passado nebuloso. 

Quando será?

A Câmara discute a possibilidade de ampliar a cota-parte do governo federal no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).  A Comissão de Educação aprovou proposta em que a União aplicaria na complementação, em relação ao valor total dos recursos do Fundo, 15% até 2019; e 20% até 2020.

O mínimo

Atualmente, a lei 11.494/07 estabelece o valor dessa complementação em 10% do total dos recursos do Fundeb (o restante é composto por verbas dos estados, do Distrito Federal e dos municípios). O projeto original propõe o aumento desse valor para 50%, o que, cá pra nós, pode tirar o cavalo da chuva que a tropa de choque do governo Temer jamais iria deixar passar uma matéria dessas. Enquanto isso, a educação continua com suas limitações e deficiências.  

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