O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   28 de Setembro de 2016
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Willams Araújo
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A quatro dias das eleições e o clima pega fogo na Capital e no interior de Mato Grosso do Sul. Denúncias pipocam de todos os lados, fato que deixa a Justiça Eleitoral em alerta máximo. Já houve confusão em Bonito, Miranda, Iguatemi, Corumbá e em vários outros municípios. É a tecnologia trabalhando a favor do cidadão e interrompendo os crimes eleitorais praticados na calada da noite. Em alguns casos, já foram comprovadas a compra de votos e isso deve gerar muita dor de cabeça aos candidatos.

Incógnita

Há uma expectativa muito grande em relação à renovação das cadeiras na Câmara de Vereadores da Capital. Muito por conta dos escândalos que eclodiram nesta atual legislatura e também por conta das inúmeras CPIs criadas e engavetas por absoluta falta de projetos dos parlamentares. Sobre essas investigações, não é possível quantificar, pois foram muitas que até perdeu-se a conta. Algumas caras novas, no entanto, são esperadas na Casa.

Calendas

Uma semana após a morte do ex-vereador Alceu Bueno e ninguém mais toca no assunto. Tudo está claro e cristalino que o motivo para o crime não foi um simples latrocínio (roubo seguido de morte). Há algo muito estranho no ar e caberá à polícia desvendar e tornar público esse mistério. Crime com requintes de crueldade como esse não pode ficar sem uma resposta das forças de segurança do Estado. Tudo leva a crer que existe algo muito grave escondido por trás de tudo isso.

STF

O ministro Teori Zavascki, do STF, autorizou o compartilhamento com a força-tarefa da Lava Jato de provas relacionadas às investigações de 10 deputados e senadores, entre eles, Vander Loubet (PT-MS). As provas a serem enviadas ao PR são de denúncias já apresentadas, incluindo os senadores Collor (PTC-AL), Gleisi (PT-PR) e Benedito de Lira (PP-AL) e os deputados Luiz Fernando Faria (PP-MG), José Otávio (PP-RS), Roberto Britto (PP-BA), Nelson Meurer (PP-PR), Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Athur Lira (PP-AL).

Siameses

Apesar de serem candidatos ao mesmo cargo, Marquinhos (PSD) e  Adalto Garcia (PRTB) têm como estratégia minar seus principais adversários na corrida pela prefeitura de Campo Grande. Combinaram um plano de ataques principalmente durante debates, de modo que um \"levante a bola para o outro bater\",  ou seja, fazendo perguntas direcionadas na tentativa de apertar o rival. O alvo principal é a tucana Rose Modesto (PSDB), adversária direta dele em segundo turno iminente.

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