O Projeto “OAB vai à escola” está mobilizando diversas escolas da rede municipal de Campo Grande. Somente no mês passado foram realizada 20 palestras. Na ooportunidade, pais e alunos puderam aprender um pouco mais sobre Relacionamento Familiar, Estatuto da Criança e do Adolescente, Direitos Humanos e outros assuntos. Em vários colégios, o interesse e a participação do público surpreendeu os palestrantes.
As palestras foram realizadas nos períodos matutino, vespertino e noturno, conforme agendamento de cada escola. A escolas atendidas foram: Profª. Marina Couto Fortes, Irmã Edith Coelho Netto, Padre José de Anchieta, Prof. Fauze Scaff Gattass Filho, Dr. Plínio Barbosa Martins, Consulesa Margarida Maksoud Trad, Dr. Tertuliano Meirelles, Prof. Licurgo de Oliveira Bastos, Gov. Harry Amorim Costa e José do Patrocínio receberam membros da Comissão “OAB vai à escola”.
A secretária geral da Comissão “OAB vai à escola”, Helena Clara Kaplan, fez palestras sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e sobre as causas e consequências do uso de drogas.O tema “Relacionamento Familiar” foi abordado pelo vice-presidente da Comissão, Venâncio Josiel dos Santos, que discursou sobre os direitos, deveres e valores da família. Na palestra “Trânsito e Cidadania”, o advogado Airton Vargas falou sobre as leis do trânsito e o resgate dos valores de cidadania.
“Discriminação Racial e Direitos Humanos” foi o tema discutido pelo membro da Comissão “OAB vai à escola”, Roberto Valentim, que tratou das sérias injustiças sociais e as variadas formas de exclusão. Em outra palestra, Roberto Valentim falou sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso. A advogada Andréa Bezerra ministrou palestra com o tema “Cidadania: Direitos e Deveres”, sobre o resgate de valores e o respeito ao outro.
O Estatuto da Criança e do Adolescente também foi abordado por Iacita Azamor Pionti, que também faz parte da Comissão OAB vai à escola. Já a presidente da Comissão, Eugenia Portela de Siqueira Marques, ministrou palestras com o tema “Bullying e suas implicações”, sobre o reconhecimento da prática do bullying como um mal a ser evitado.