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CDL Campo Grande busca soluções para minimizar impactos do Covid-19

Ideia é ajudar os varejistas da capital a terem seus prejuízos minimizados.

18/03/2020 - 08h16

Campo Grande

Comércio de Campo Grande (Foto: Divulgação )

Diante dos impactos negativos causados pela pandemia do Covid-19, o coronavírus, a CDL CG (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Campo Grande está buscando soluções que ajudem os varejistas da capital a terem seus prejuízos minimizados.


Para isso, o presidente da CDL, Adelaido Vila, reuniu-se com o diretor-presidente da Águas Guariroba, Themis Oliveira, onde solicitou que a concessionária estude a possibilidade de parcelamento de contas dos meses de março e abril dos varejistas. 


A proposta foi bem recebida pelo diretor presidente, que informou que irá levá-la ao seu corpo técnico e até na próxima segunda-feira (23) dará uma resposta à CDL Campo Grande.


O presidente da CDL Campo Grande também participou de uma reunião com o prefeito Marquinhos Trad (PSD), os secretários municipais de saúde, José Mauro Pinto de Castro Filho, de desenvolvimento econômico, Hebert Assunção, superintendente do procon municipal, Valdir Custódio, além representantes de outras entidades, para discutir ações de enfrentamento do Coronavírus.


Na reunião foi apresentado o panorama geral da crise, que é grave, com seis casos confirmados, e discutidas algumas medidas necessárias para evitar que o vírus prolifere ainda mais, entre elas a determinação de que as empresas façam escalas entre seus funcionários para diminuir a concentração de pessoas e, ao mesmo tempo, de forma que ninguém tenha que fechar seus estabelecimentos.


A CDL Campo Grande ainda irá se reunir em videoconferência com a direção da Energisa, para pleitear o parcelamento das contas e já oficiou os bancos públicos, solicitando que ofereçam linhas de crédito especiais aos varejistas.


Quanto ao parcelamento dos impostos municipais, o prefeito municipal já se posicionou negativamente, mas a CDL Campo Grande espera que ele reveja esta posição, uma vez que a arrecadação do município depende muito dos comerciantes que já estão tendo sérios prejuízos com esta crise.

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