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Artilheiro do Cruzeiro, Fred reencontra Fluminense em duelo pela Copa do Brasil

Aos 24 anos, Fred fazia um caminho contrário do imaginado por muitos: deixava o Lyon, da França, e buscava retomar o protagonismo no Brasil

15/05/2019 - 12h50

Rio

Fred celebra gol da classificação do Fluminense sobre Universidad do Chile na Sul-Americana 2009 (Foto: Arquivo)

Março de 2009. À primeira vista pode parecer um recorte de tempo qualquer, porém, para o torcedor do Fluminense e Frederico Chaves Guedes a data é marcante. Há dez anos, Fred deixava a Europa rumo ao Tricolor. Nesta quarta, consolidado como um dos grandes artilheiros do Brasil, o atacante, atual camisa 9 do Cruzeiro, reencontra o ex-clube às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pelo jogo de ida das oitavas da Copa do Brasil.


Aos 24 anos, Fred fazia um caminho contrário do imaginado por muitos: deixava o Lyon, da França, e buscava retomar o protagonismo no futebol brasileiro. Um dos grandes responsáveis pelo movimento foi o dirigente Alexandre Faria, que mexeu com o emocional do jogador.


- Eu lembro que ele (Alexandre Faria) foi pessoalmente na França. E foi ele que me subiu aqui no América-MG. Ele era o diretor executivo do Fluminense na época (que voltei ao Brasil), me mostrou um site de bate-papo da torcida, fórum de conversa tricolor, e a galera falando, "o Fred tem que vir".

- Eu estava tão carente que isso mexeu comigo, fiquei me imaginando no Maracanã - relembrou Fred em entrevista ao GloboEsporte.com.


Fred desembarcou no Rio de Janeiro e foi recebido por Carlos Alberto Parreira, treinador do Fluminense no primeiro semestre de 2009, e deu novo astral ao grupo que tinha jogadores como Thiago Neves e Conca. Para o comandante, a história escrita nas Laranjeiras coloca o atacante numa prateleira seleta.

- O Fred é aquele animal em extinção, que não tem mais no futebol brasileiro, por isso tem que ser preservado (...) Ele está entre os maiores ídolos do Fluminense, sem dúvida alguma - destacou Parreira.


Quando pisar no Maracanã nesta quarta, Fred terá a companhia de torcedores do Cruzeiro, em menor número, e milhares tricolores que um dia gritaram seu nome como apoio. No coração, o artilheiro guarda o carinho e o reconhecimento pelas páginas escritas em dois gigantes do futebol brasileiro.


- Quando eu estava no Fluminense eu falava muito do Cruzeiro. E eu estou no Cruzeiro e falo muito do Fluminense. Quero que as duas torcidas entendam que eu amo vocês, tenho uma gratidão enorme pelo clube do meu coração, que é o Cruzeiro, e pelo clube que me abraçou todo esse período aí, quase uma vida inteira profissional, que é o Fluminense.

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