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Nova etapa da Caravana da Saúde começa dia 23 de junho em Campo Grande

Serão realizadas cirurgias gerais, de otorrinolaringologia, oftalmológicas, vasculares, urológicas, ortopédicas e ginecológicas.

08/06/2018 - 14h21

Campo Grande

Reinaldo durante entrevista de rádio (Foto: Chico Ribeiro)

Além da etapa nas escolas e de atendimento específico aos indígenas, o Governo do Estado vai retomar no dia 23 de junho a Caravana da Saúde, na Capital. O governador Reinaldo Azambuja falou sobre o assunto nesta sexta-feira (8) em entrevista ao programa Tribuna Livre, da rádio FM Capital.


Ele explicou que, quando assumiu o Governo do Estado, em 2015, 78 mil pessoas aguardavam na chamada “fila da vergonha” por uma cirurgia. Desde então, cerca de 60 mil cirurgias eletivas foram feitas.


“Dia 23 de junho nós editamos outra Caravana para Campo Grande. Vamos praticamente zerar a fila das cirurgias eletivas que tinha. Não são só as cirurgias. Vamos oferecer mais de 32 mil consultas, com as especialidades como cardiologia, ortopedia e ginecologia. Terão os médicos profissionais como foi na etapa 1”, disse.


De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, serão realizadas cirurgias gerais, de otorrinolaringologia, oftalmológicas, vasculares, urológicas, ortopédicas e ginecológicas.


Os atendimentos serão feitos em hospitais e no Parque Ayrton Senna, na Capital. Vão atender à população pelo projeto em Campo Grande os hospitais Santa Casa, São Julião, Maternidade Cândido Mariano e Hospital Regional. Os atendimentos serão realizados de 23 de junho a 6 de julho. A Caravana vai acontecer também em Maracaju e Costa Rica.


Reinaldo Azambuja reforçou que a Caravana é uma ação do Governo que se une ao projeto de regionalização e reestruturação da saúde. “Às vezes, a pessoa fala: ‘mas vamos viver de Caravana?’. Não, a regionalização hoje é uma realidade no Estado. A fronteira mandava tudo para cá. Hoje tem hospital na fronteira com UTI, com tomógrafo, com ressonância, atendendo lá em Ponta Porã. Você vai em Coxim, o cidadão que fazia hemodiálise, na região Norte, vinha para Campo Grande três vezes por semana. Hoje, ele fica em Coxim porque instalamos lá tomógrafo e hemodiálise”, afirmou.


O governador também acrescentou: “Naviraí, tudo lá naquela região do Conesul, ou ia para Dourados ou para Umuarama, no Paraná. Agora tem uma central, um núcleo de hemodiálise. Nova Andradina, não tinha UTI nem tomógrafo. Hoje está lá. Um hospital em Três Lagoas. Estou assinando convênio com a Santa Casa de Corumbá e Ladário que vão atender toda a região do Pantanal; R$ 12 milhões vão ser transferidos para a edificação do pronto-socorro. Hospital de Aquidauana, passou por uma remodelação, 17 máquinas de hemodiálise, 10 leitos de UTI. Não tinha, hoje tem”.


Campo Grande


Reinaldo Azambuja falou também da parceria com prefeituras, como a de Campo Grande, para levar obras e investimentos à população. Na Capital, existem 10 frentes de asfalto nos bairros como resultado dessa união. Estão sendo repassados pelo Estado R$ 10 milhões para obras de tapa-buraco no Centro e nas regiões Imbirussu, Anhanduzinho, Bandeira, Lagoa, Prosa e Segredo.


O governo estadual ainda investe R$ 17,5 milhões de recursos próprios na avenida Euler de Azevedo, com duplicação e restauração do pavimento. O Estado também foi parceiro da Prefeitura para destravar projeto de revitalização da avenida Ernesto Geisel. Campo Grande corria o risco de perder os R$ 49 milhões aprovados pelo Ministério das Cidades e que estavam disponíveis desde 2011.


Entre as obras que receberam recursos do Governo de Mato Grosso do Sul, na Capital, está entre outros investimentos, a rotatória da avenida Mato Grosso com a Via Parque. Por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS), o governo estadual investiu R$ 1,6 milhão para a revitalização e reorganização viária, acabando com os congestionamentos naquele cruzamento.

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