Como tinha conhecimento prévio da possibilidade de o Mato Grosso doSul ficar de fora da primeira etapa do programa “Crack, é Possível Vencer”, o deputado Marçal Filho mobilizou esforços para dotar o Estado de condições físicas para ser incluído na segunda etapa do programa, o que deve ocorrer ainda no segundo semestre. “Minha primeira ação nesse sentido foi assegurar um emenda de R$ 1 milhão ao Orçamento Geral da União para construção de um moderno Centro de Atendimento Psciossocial (CAPS) que terá a missão de oportunizar tramento adequado aos dependentes químicos”, explica.
Marçal Filho acredita que suas reivindicações em favor de Mato Grosso do Sul nessa guerra contra o crack serão atendidas pelos diferentes ministérios em Brasília porque essa guerra não é nova. O deputado participou ativamente da elaboração do Plano de Enfrentamento ao Crack do Governo Federal com o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção psicológicoa aos usuários de drogas; de enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e, sobretudo, de ampliar atividades de prevenção. Numa dessas ações, o deputado realizou uma ampla audiência pública em Dourados que contou, inclusive, com a presença do juiz federal Odilon de Oliveira e autoridades estaduais, federais e municipais.
Em outra frente, Marçal Filho bateu às portas de diferentes ministérios para propor um plano nacional de enfrentamento às drogas e manteve audiências com técnicos do Ministério da Saúde e Ministério da Justiça, defendendo a adoção de um programa interministerial completo de enfrentamento às drogas e no combate vigoroso ao tráfico, no desestímulo à curiosidade dos jovens ao desejarem experimentar qualquer entorpecente e na oferta de tratamento de apoio aos seus usuários de forma a ressocializar o dependente. Marçal chegou a defender políticas habitacionais específicas para dependentes químicos como forma de afastar esse público das áreas de risco.
Nessa guerra contra o crack, o deputado apresentou indicações ao Ministério da Saúde (número 1.351), ao Ministério da Justiça (número 1.359) e ao Ministério das Cidades (número 1.350), onde sempre defendeu a necessidade de um cronograma para a realização das ações contra as drogas, sobretudo, nas regiões críticas de grandes cidades e na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e com a Bolívia, que é por onde entra a maior parte do crack consumido pelos dependentes químicos brasileiros. Esse problema foi discutido pelo deputado Marçal Filho numa audiência com o Comando Militar do Oeste, onde ficou definido que o Exército atuaria mais efetivamente na região de fronteira.
Ao mesmo tempo em que desenvolve ações em Brasília e cobra a inclusão de Mato Grosso do Sul no programa “Crack, é Possível Vencer”, o deputado vai intensificar os trabalhos como membro do Parlamento do Mercosul (Parlasul) para ajudar a desenvolver uma legislação conjunta contra as drogas com os países do Mercado Comum do Sul .