Pesquisa
Independente
do disse que disse sobre a indicação de Dagoberto Nogueira (PDT) como vice na
chapa de Giroto, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) jura na cruz que nada está
definido e que o nome do companheiro de palanque do seu correligionário sairá
após pesquisa de intenções de voto. Particularmente,
o pedetista garante que a eventual dobradinha vencerá o pleito em primeiro
turno.
No tranco
Apesar
das divergências internas e do seu fraco desempenho nas últimas eleições em
Mato Grosso do Sul, o PDT deve lançar 32 pré-candidatos a prefeito em todo o
Estado. De olho em seu retorno à Câmara dos Deputados, depois no fracasso nas
urnas para o Senado em 2010, Dagoberto tenta viabilizar sua candidatura na
chapa de Giroto e pretende homologar 54 nomes para postular à Câmara.
Repercussão
A
imprensa nacional repercutiu recentemente o desafio que o governador André
Puccinelli (PMDB) fez ao ex-governador Zeca do PT caso seu inimigo político
consiga mais de 30 mil votos à Câmara de Vereadores de Campo Grande. “Corto o
meu saco se ele conquistar 30 mil votos”,
disparou o italiano, que já duelou e venceu o adversário por duas vezes
– na disputa pela Prefeitura de Campo Grande (1996), e pelo governo (2010).
UOL
Em
entrevista ao UOL, o ex-governador disse que “não sabe nem quer saber agora”
quantos votos deve obter, mas que vai ficar feliz se for votado por 30.001
eleitores. “Se isso acontecer vamos ver se ele (André), com esse comportamento
mesquinho, baixo, cumpra o prometido, a população vai cobrar dele, que corte o
que está dizendo”.
Lamentações
Mais um movimento municipalista em Brasília se foi, ficando apenas lamentações por parte dos agentes públicos. A criação de pisos salariais, por exemplo, fará com que daqui há dois anos mais de quatro mil prefeitos sejam ficha-suja, porque nenhum vai conseguir pagar esses salários, e se conseguirem vão transgredir a Lei de Responsabilidade Fiscal, conforme previsões da CNM (Confederação Nacional de Municípios).
Consolo
De acordo com estudo da CNM, somente o piso dos enfermeiros, técnicos e auxiliares que tramita na Câmara dos Deputados terá impacto de R$ 23 bilhões ao ano nos cofres municipais. Para os prefeitos, resta como consolo apenas a aprovação do Projeto de Lei (PL) 2.565/2011, que redistribui os royalties de petróleo e gás natural com todos os estados e municípios, o que representa ajuda significativa para as finanças públicas.