Cachimbo da paz
Vamos ver até quando o
senador Delcídio do Amaral e o ex-governador Zeca do PT vão se manter afinados.
Os desentendimentos entre dois vêm de longa data e só um interesse maior poderá
colocar um fim nessa discórdia. Por enquanto, não há conflitos porque ambos não
pensam em candidatura nessas eleições. O olhar de cada um mira o governo em
2014. Aí o bicho vai pegar.
Na arquibancada
O senador Delcídio está na
torcida para que as candidaturas de Mandetta (DEM), Azambuja(PSDB), Bernal (PP)
e de Dagoberto Nogueira (PDT) realmente se confirmem. Dessa forma, segundo ele,
haverá chances reais de 2º turno na Capital. Mas a intenção dele é clara – e
não poderia ser diferente – de eleger prefeito o correligionário Vander Loubet.
Seria um grande passo na corrida pelo governo em 2014.
Ás moscas
O Congresso, onde atuam 11
representantes aqui do Estado, deve sofrer um esvaziamento por um período de
noves meses durante este ano. Onze feriados, quatro recessos e as eleições, são
os motivos dessa longa ausência dos parlamentares de Brasília. Mas enquanto
isso, a classe trabalhadora precisa trabalhar de sol a sol para garantir os caraminguás.
Caso contrário, a guilhotina corta-lhes o ponto e o pescoço.
Alinhados
O presidente regional do
PMDB, Esacheu Nacimento, disse que vai cobrar fidelidade do partido nas
próximas eleições. Ele afirmou que vai estar “de olho” nas lideranças que se
distanciarem dos objetivos da legenda. Se alguém insistir nessa prática nefasta
da traição, será defenestrado das hostes do partido.
De prontidão
A PM não tem dado trégua aos
baderneiros do mirante do Aeroporto Internacional de Campo Grande. Na madruga
de domingo, policiais davam uma geral para acabar com a farra no local. Sexo,
droga e rock n’ roll, fazem parte da rotina diária de um espaço que foi aberto
para a contemplação de pousos e decolagens de aeronaves.
Culto
Pré-candidato do PMDB à prefeitura de Campo Grande, o deputado federal Edson Giroto (PMDB) parece não estar mesmo pra brincadeira. O peemedebista foi visto ontem orando no culto religioso do médico e ex-deputado federal Antonio Cruz (PMDB), no hospital Evangélico, na Capital, de propriedade de seu correligionário, em meio à centenas de pessoas que procuravam atendimento no local diariamente. Na política tem dessas coisas.