A gestão do presidente do Santos, Marcelo Teixeira, foi alvo de protestos realizados na Vila Belmiro e no CT Rei Pelé. Faixas foram estendidas com críticas ao mandatário e ao executivo de futebol Alexandre Mattos.
Entre as críticas estavam a venda de jovens talentos do clube, os temas SAF e nova arena, vistos como cortinas de fumaça em meio à crise, e a contratação de atletas como o atacante Bilal Brahimi, recentemente emprestado ao futebol português.
Outras faixas questionavam a reconstrução do clube, ponto sempre citado por Teixeira, além de cobrar dos torcedores que sentam nas cadeiras numeradas um maior apoio ao elenco e menos vaias durante os jogos.
As imagens dos protestos realizados durante a madrugada desta terça-feira se espalharam nas redes sociais. Pela manhã, o clube retirou tudo.
Na segunda-feira, o presidente Marcelo Teixeira fez uma postagem nas redes sociais para negar a existência de uma crise e defender o trabalho realizado nos últimos dois anos.
O mandatário disse entender o aborrecimento dos torcedores pelo momento da equipe, mas pediu um voto de confiança, além da união entre equipe e torcida, como ocorreu na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado.
O Santos é o 14º colocado do Campeonato Paulista, com seis pontos conquistados, uma posição à frente da zona de rebaixamento. Além disso, o clube estreou com derrota, de virada, para a Chapecoense no Campeonato Brasileiro. (Com ge - Santos)
