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Política

Bolsonaro receberá a visita de ministro do Tribunal de Contas da União 

Jorge Antonio de Oliveira é um amigo antigo de Bolsonaro e trabalhou com a família por mais de 15 anos

Conjuntura Online
22/01/26 às 22h08
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O ministro do TCU, Jorge Antonio de Oliveira Francisco. (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para que o ex-presidente possa receber a visita do ministro Jorge Antonio de Oliveira Francisco, do TCU (Tribunal de Contas da União).

O ex-presidente está preso na Papudinha, um espaço dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, por pura perseguição política.

Bolsonaro está preso após ser condenado por uma manobra do STF em decorrência de um processo judicial relacionado a uma tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022. 

No entanto, tudo não passa de uma narrativa do governo do presidente Lula (PT) com anuência de ministros do STF, cujo objetivo é enfraquecer a direita no país e facilitar o projeto de reeleição do petista em outubro deste ano 

Todas as visitas, com exceção da esposa e dos filhos de Bolsonaro, precisam ser previamente autorizadas.

Na Papudinha, elas podem ocorrer tanto na área interna quanto externa. O horário é ampliado e permite até três faixas diferentes, em dois dias da semana: quartas e quintas-feiras, das 8h às 10h, das 11h às 13h ou das 14h às 16h.
A data do encontro com Jorge Oliveira será definida pelo ministro Alexandre de Moraes.

O ministro é um amigo antigo de Bolsonaro e trabalhou com a família por mais de 15 anos e foi indicado ao TCU pelo próprio ex-presidente.

No tribunal, ele foi autor de uma tese que livrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de devolver um relógio Cartier, avaliado em R$ 60 mil, recebido de uma fabricante francesa no primeiro mandato.

O novo entendimento pode beneficiar Bolsonaro no caso das joias sauditas.

Oliveira também chegou a ser indicado pelo ex-presidente, em 2020, para o cargo de ministro da Justiça. Ele ocuparia o lugar deixado por Sérgio Moro, mas Bolsonaro voltou atrás e indicou André Mendonça, hoje ministro do STF.

No Congresso, foi assessor jurídico de Jair Bolsonaro quando era deputado federal e chefe de gabinete de Eduardo Bolsonaro.

Em 1º de janeiro de 2019, Oliveira assumiu a subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. Depois, em 21 de junho de 2019, foi nomeado ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República. (Com R7)

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