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Rogério Marinho diz que PT está amedrontado com a manifestação convocada por Bolsonaro

Partido solicita investigação ao Ministério Público Eleitoral sobre evento que vai ocorrer em 25 de fevereiro

22/02/2024 - 17h23

De Brasília 

Senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição. (Foto: Reprodução )

O líder da oposição no Senado e senador, Rogério Marinho (PL-RN), expressou no Twitter/X nesta quarta-feira, 21, que o “PT está amedrontado”. Isso está em relação à manifestação que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou para a Avenida Paulista no próximo domingo, 25.


Marinho também declarou que o PT, como outros partidos de esquerda, “se utiliza da democracia liberal para chegar ao poder e, lá, trabalha para sufocar, constranger e intimidar os que pensam diferente”.

“É exatamente como se comportaram nazistas e fascistas antes, e como se comportam os comunistas agora”, disse o líder da oposição no Senado.


A afirmação de Marinho se trata de uma reação ao PT, que recorreu à Justiça com o intuito de proibir a manifestação organizada por Bolsonaro. A petição foi entregue ao Ministério Público Eleitoral de São Paulo (MPE-SP), na segunda-feira, dia 19. O conteúdo expressa a preocupação do partido em relação à chance do protesto se tornar violento, semelhante ao ocorrido em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.


PT Solicita Medidas Preventivas


O PT igualmente solicita ao MPE-SP que investigue e tome medidas preventivas em relação a possíveis “crimes” que possam ser cometidos contra o Estado Democrático de Direito. Ainda menciona a possibilidade de propaganda eleitoral prematura e financiamento inadequado do protesto.


O texto enfatiza que Bolsonaro criticou o sistema eleitoral brasileiro, as urnas eletrônicas e as autoridades em suas manifestações públicas.


O antigo líder convidou seus seguidores para um protesto em defesa do Estado Democrático de Direito, com a finalidade de se proteger de “todas as acusações” que tem sofrido nos últimos meses.


A operação Tempus Veritatis da Polícia Federal, mencionada por ele, foi iniciada em 8 de fevereiro. A ação resultou na execução de 33 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão e 48 medidas alternativas direcionadas a Bolsonaro e seus aliados. Eles são suspeitos de um alegado plano para orquestrar um golpe de Estado com o objetivo de manter o ex-presidente no poder. As informações são da Revista Oeste. 

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