O Corinthians vive um momento de apreensão após a decisão do governo federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que determinou o fim da oferta, intermediação e publicidade de casas de apostas no Brasil, incluindo os patrocínios esportivos.
Em fevereiro deste ano, o Timão anunciou a renovação de contrato com a Esportes da Sorte, principal patrocinador do clube, até o fim de 2029.
O novo vínculo reposicionou a parceria em uma nova faixa de investimento, estimada em R$ 150 milhões por ano, além de R$ 10 milhões destinados a ativações de marketing e outros mecanismos de performance previstos em cláusulas contratuais.
Considerando as metas estabelecidas no acordo, os mecanismos de performance podem elevar o valor total da parceria para mais de R$ 200 milhões por ano.
Os montantes, no entanto, estão condicionados ao cumprimento das cláusulas previstas no contrato entre as partes.
O Lance! apurou que, especificamente em 2026, os valores previstos são diferentes. O Corinthians vem recebendo R$ 160 milhões de forma fixa, quantia que é diluída em dez parcelas ao longo da temporada.
Considerando apenas os valores fixos da negociação, sem contar bonificações e outros mecanismos de performance, cerca de R$ 450 milhões estão previstos no contrato até o fim do vínculo. Com a decisão do governo federal, esse montante pode deixar de entrar nos cofres do Corinthians. (Lance!)
