Mato Grosso do Sul terá uma quarta-feira (7) marcada por tempo instável, possibilidade de chuva em diferentes regiões e elevação gradual das temperaturas.
Depois de dias de maior nebulosidade, o calor volta a ganhar espaço, mas ainda há condições para pancadas isoladas ao longo do dia.
Em Campo Grande, a previsão indica presença de muitas nuvens e possibilidade de chuva. A Capital deve amanhecer com temperaturas mais amenas, enquanto os termômetros sobem no decorrer do dia e ficam próximos dos 30°C.
A instabilidade está relacionada à atuação de sistemas de baixa pressão que mantêm condições favoráveis à formação de nuvens carregadas em parte do Centro-Oeste.
Em Mato Grosso do Sul, as chuvas devem ocorrer de maneira irregular, o que significa que algumas cidades podem registrar pancadas enquanto outras passam boa parte do dia sem precipitação.
Na região da Grande Dourados, o dia também terá possibilidade de chuva isolada. Em Dourados, os termômetros devem variar entre 18°C e 30°C, com aumento da temperatura em relação ao início da semana.
Ponta Porã e outros municípios do sul do Estado devem começar o dia com temperaturas mais baixas. Apesar do aquecimento durante a tarde, a região continua entre as áreas mais amenas de Mato Grosso do Sul.
No Pantanal e no oeste, o cenário será de temperaturas mais elevadas. Corumbá deve registrar calor durante a tarde, enquanto Aquidauana e Porto Murtinho também podem ter períodos de sol entre a nebulosidade e condições para chuva localizada.
Já no norte e na região do Bolsão, cidades como Coxim, Paranaíba e Três Lagoas terão temperaturas mais altas ao longo do dia. A combinação entre calor e umidade mantém a possibilidade de pancadas de chuva, principalmente após o aumento das temperaturas.
Em Bonito e municípios do sudoeste, a quarta-feira também será de variação de nebulosidade, com períodos de abertura de sol intercalados com condições para precipitações isoladas.
A tendência para os próximos dias é de continuidade do aquecimento em parte de Mato Grosso do Sul. Apesar disso, a presença de áreas de baixa pressão entre o norte da Argentina e o oeste do Paraguai mantém a atmosfera instável no oeste e sul do Centro-Oeste.
