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Conveniências: elas decidem as candidaturas

26/05/2023 - 09h39

VALE TUDO? Pelo jeito sim. Daí o porquê o exercício da política é tão criticado. As  notícias  sobre o acerto entre os ex-governadores André Puccinelli (MDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) antes de lados opostos causou comentários e questionamentos junto aos eleitores. Cada um dos dois com seus argumentos.


CONVENIÊNCIA:  Essa palavra que vem do Latim ‘DICERE’ (dizer, falar) - de ‘CONVENIRE’ (concordar, adequar, unir), de ‘COM’ – junto, mais ‘VENIRE’ - , ‘vir’  explica essa atitude de ambos personagens locais. À título de ilustração vale citar a mesma postura – de união - entre Lula e Alckmin também na busca do poder é claro.


REELEIÇÃO: Na outra ponta a prefeita Adriane Lopes (PP) reage politicamente ao ganhar o apoio da senadora Tereza Cristina (PP) e trazer o vereador João Rocha (PSDB) para a Secretaria de Governo. Ainda, tem implementado ações em diversas áreas da administração. Com a eleição distante, tem condições de ganhar folego e musculatura eleitoral. Está no jogo.  


MORDEU A LÍNGUA:  “Os brasileiros não são tolos e estão vacinados contra o modelo lulapetista de confundir para dividir, de iludir para reinar. Mas vejam a audácia dessa turma. Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder, ou seja, quer voltar à cena do crime. Será que os petistas merecem uma nova oportunidade? ” (  fala de Geraldo Alckmin antes da união com Lula)

A PROPÓSITO:  Do ex-deputado Ulysses Guimarães: “Se não puder derrotar o adversário fique sócio dele. Ora! Trocar de partido é como trocar de mulher: a gente acaba apenas trocando os defeitos. Não se faz política com o fígado. O bom político costuma ser mau parente pois não nomeia a parentalha”.


NO PAREDÃO:  O ex-presidente Collor de Mello acabará na prisão aos 73 anos de idade? Mais dúvida do que certeza. Após ficar em 3º lugar nas eleições ao Governo de Alagoas em 2022 sonhava com uma embaixada na Europa se Bolsonaro vencesse. Pego na ‘Lava Jato’ acabou no STF acusado de propinas (R$29 milhões) junto a Petrobras.


MEMÓRIA:  Em 2007 após reconquistar seus direitos políticos foi eleito senador por Alagoas (“pode isso Arnaldo? ”). Seu discurso de 99 paginas durou três horas e meia e lembrou Fidel Castro no poder. Ao final da cansativa fala lascou: !Eu não vim para lastimar o passado. Vim para sepultar de vez esta dolorosa lembrança”.


APOSENTADORIAS: “ ...Onde estão essas autoridades que clamam por justiça para o nosso craque (Vinicius Jr) ofendido? Precisam tomar consciência que aqui no Brasil, existem mais de 12 milhões de brasileiros que pagaram, que contribuíram para os cofres públicos, e hoje vítimas de uma legislação mal elaborada e injusta, que os senhores congressistas preferem fazer vistas grossas...”. (Benedito Rodrigues da Costa)


CONFIRA: Pena, hoje não tenhamos grandes oradores. Aliás, a revista Times destacou 4 dos melhores discursos pela importância histórica: Ronald Reagan (‘Sr. Gorbachev, derrube esse muro’), Martin L. King (‘Eu tenho um sonho’), Winston Churchill ( ‘Nós nunca nos renderemos) e Abraham Lincoln ( ‘O discurso de Gettysburg’).


1-RACISMO: O tema tão atual remete-nos a um trecho daquele famoso e impactante discurso de Martin Luther King aqui repetido: “Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. ”


2-RACISMO: Repercute pessimamente a fala do senador e pastor evangélico Magno Malta ao abordar o caso envolvendo o jogador Vinicius Jr. na Espanha. Ele acabou metendo os pés pelas mãos com colocações impróprias. Taxado de preconceituoso acabou dando margem à críticas. Ele perdeu uma grande chance de ficar calado.


NOVIDADE: Se antes os institutos de pesquisas focavam só a popularidade dos nomes de possíveis candidatos a prefeito, agora estão medindo também o desgaste deles. O pessoal da ‘Ranking’ confidencia que são levados em conta vários fatores dos protagonistas apresentados. Enfim, popularidade nem sempre representa credibilidade.


DEPUTADOS & AÇÕES:  GERSON CLARO: Agrega na presidência.Contra o tráfico de pessoas (Bolívia e Paraguai) quer implantar o Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas através da campanha ‘Coração Azul’. ZECA DO PT: Denunciou o caso de racismo registrado numa universidade de Dourados. NENO RAZUK: aprovado sua proposta para criação de curso de capacitação para atendimento aos autistas e pacientes de Dislexia. ROBERTO HASHIOKA: criador e eleito presidente da Frente Parlamentar de Infraestrutura, Logística e Transporte; sua proposta cria a ‘Comenda homenageando a colônia nipônica coincidindo com a chegada do navio Kasato Maru no porto de Santos; entregou voto de louvor ao presidente da Socipar. JAMILSON NAME:  criador da Medalha do Mérito ‘Anderson Barão’; propõe denominar Heliophar Serra trecho da MS 450 (Camisão-UEMS). LUCAS DE LIMA: propõe obrigatoriedade do teste do bracinho em crianças; promoveu Gabinete Itinerante no bairro N. S. do Perpétuo Socorro; entregou ambulância para Dois Irmãos do Buriti. PEDRO KEMP: tem projeto de outorga de auxílio financeiro para os cuidadores de pessoas vulneráveis (idosos e enfermos). MARCIO FERNANDES: em defesa dos usuários das repartições públicas quer a colocação de cartazes nas mesmas para fortalecer o Código de Defesa do Usuário do Serviço Público. JOÃO MATTOGROSSO: Atento, agregador.Propõe a promoção da Semana de Conscientização e Prevenção dos danos em crianças por uso excessivo de celulares, tabletes e similares. ZÉ TEIXEIRA: homenageou a professora Lynailla da S. Dengo – de Dourados; ativo nas sessões; pede iluminação pública em Nova Alvorada próximo a BR-163. MARA CASEIRO: preside a CCJR; participativa nas sessões e combativa em temas envolvendo feminicídio e violência contra crianças. PEDROSSIAN NETO: fará audiências sobre inclusão de ramal ferroviário pelo ANTT em Sidrolândia, Maracajá e Ponta Porã; focado nas questões relacionadas aos contratos públicos com os hospitais. PROFESSOR RINALDO: incansável adversário da violência sexual contra menores tendo promovido de 8 a 13 de maio a Semana de Combate a Pedofilia. Seu trabalho escola por escola tem gerado elogios. JUNIOR MOCHI: pediu a inclusão do Campeonato de Pesca de Coxim no calendário estadual de eventos; PL proíbe suspensão ou cancelamento de serviços de saúde a autistas sem justa causa; tem PL criando a Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação. LIA NOGUEIRA:  tem intimidade no trato com as causas referentes aos mais necessitados; suas propostas focam a saúde, educação e dignidade na moradia. Uma estreante agradável. RAFAEL TAVARES: coerente nas posições e manifestações; estudioso, tem PL tramitando que prevê isenção de IPVA de motos de até 125 CL no caso de ser a única do proprietário. ANTONIO VAZ: Líder em proposições deixa sua marca nas comissões que integra. Na CCJR como relator do ‘PL do Bolsa Atleta’ votou a favor. RENATO CÂMARA: zeloso nas atribuições legislativas e nas frentes parlamentares que participa. Com bom trânsito no Executivo tem conseguido benefícios para as cidades que representa. LONDRES MACHADO: De grande valia nas relações institucionais que ele conhece desde os tempos de Cuiabá. Suas intervenções passam segurança caso a caso. JOÂO CATAN: Demonstra conhecimento na intricada legislação da Casa e sua imagem cada vez mais robusta e respeitada junto aos colegas de parlamento. Tem luz própria.  


MARCO TEMPORAL: Reconhece que só as terras já ocupadas em 05/10/1988 podem ter a sua demarcação reivindicada. Aqui a eventual aprovação pelo Congresso promete repercussão fomentada por ONGS e fundações, entre elas o CIMI ligado à Igreja Católica através da CNBB. Há também uma enorme estrutura logística de apoio internacional.


CIMI: Recebe dinheiro de entidades do Hemisfério Norte interessadas em manter intocáveis as nossas reservas florestais e minerais. No Brasil temos 240 mil índios ocupando área equivalente a França e Inglaterra. No Mato Grosso do Sul vivem mais de 80 mil indígenas de etnias diversas distribuídos em 29 municípios. 


O COMEÇO: Finda a 2ª. Guerra, a Inglaterra venceu, mas perdeu seu vasto império. Os oligarcas do Establishment anglo-americano, de olho na hegemonia econômica global, usaram o Conselho Mundial de Igrejas (Holanda) para invadir a soberania de países ‘em defesa dos recursos naturais da humanidade’. É a religião a serviço dos países poderosos.

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