O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   21 de Novembro de 2018
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Willams Araújo
Onda Bolsonaro
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Apesar de colégio eleitoral pequeno, Mato Grosso do Sul ganha grande projeção política com a indicação de dois ministros no futuro governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ). As escolhas dos deputados Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), além de destacar o Estado no cenário nacional, marcam o privilégio do DEM do vice-governador eleito Murilo Zauith e do deputado Zé Teixeira na nova configuração política que se desenha e que pode representar muito nas próximas eleições. 

Cota

Depois de forte pressão dos prefeitos que foram a Brasília pressionar por mais recursos, a Mesa da Câmara criou a Comissão Especial que vai analisar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 391/2017 que disciplina a distribuição de recursos da União com 1% do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) no primeiro decêndio de setembro. Presente ao movimento municipalista, o presidente da Assomasul, Pedro Caravina, e prefeitos locais comemoram o avanço. 

Privacidade
Privacidade

Em defesa dos princípios constitucionais, como o da liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, o deputado estadual Pedro Kemp (PT) apresentou Projeto de Lei que proíbe a filmagem de professores no exercício da docência, em qualquer estabelecimento que compõe o Sistema Estadual de Ensino, quando a intenção for constranger ou limitar o livre pensamento e a ética educacional.

Anuência

A proposta permite a filmagem quando existir o consentimento de quem será gravado. Nos casos não autorizados, o responsável pela gravação deverá ser submetido às normas disciplinares do regimento escolar. O assunto ganhou notoriedade depois que uma deputada eleita por Santa Catarina incitou, em redes sociais, estudantes a filmarem professores para denunciar o que denomina de “doutrinação comunista”.

Insegurança

Para Kemp, o fato gera uma grande insegurança para as pessoas que defendem os princípios constitucionais da educação. “Os professores começam a sofrer ameaças e desrespeito, incentivados por interesses contrários ao pluralismo de idéias que regem a educação. A situação torna-se mais grave quando as pessoas e instituições são classificadas como nocivos comunistas”, destacou.

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