O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   23 de Novembro de 2020
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Willams Araújo
Centrão neles!

É certo que ainda falta o segundo turno no próximo dia 29, mas os partidos de centro foram os grandes destaques das eleições municipais de 15 de novembro e dividiram o controle dos municípios de forma mais equilibrada. Pela primeira vez desde a adoção do atual calendário eleitoral municipal, em 1988, nenhum partido alcançou a marca de mil prefeituras conquistadas.

Números

Os números levantados dizem respeito ao primeiro turno das eleições, que se encerrou no domingo para a maioria dos 5.568 municípios brasileiros. Em 57 cidades a eleição dos prefeitos será em segundo turno, no dia 29, e cerca de 100 outras estão com os resultados sub judice, devido a irregularidades no registro de candidaturas. A capital Macapá teve o pleito adiado para dezembro, em virtude do apagão no estado do Amapá.

Maior, ainda!
Maior, ainda!

Dono da maior bancada no Senado, atualmente com 13 parlamentares, o MDB do ex-presidente Michel Temer e do ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, voltou a registrar o maior número de prefeitos (774) e de vereadores (7.335), posição que ocupa desde 1988. No entanto, o partido viu sua liderança diminuir, tendo perdido cerca de um quarto do seu plantel de prefeitos em 2020. Este foi o pior desempenho do partido desde que assumiu o posto de maior força política nas cidades brasileiras.

Nova dinâmica

Os principais beneficiados foram o PP, o PSD e o DEM, que registraram ganhos significativos. O PP se tornou o segundo partido com mais prefeitos (681) e vereadores (6.356) do Brasil (em 2016 havia sido, respectivamente, quarto e terceiro), seguido em ambas às listas pelo PSD (650 prefeitos e 5.673 vereadores). Já o DEM teve o maior incremento percentual de candidatos eleitos entre os grandes partidos do país, com 70% mais prefeitos e 50% mais vereadores.

Perdeu, perdeu...

Protagonistas das disputas políticas nas últimas décadas, o PSDB e o PT encaram agora um ocaso nas urnas municipais. O PSDB perdeu o posto de segundo partido com mais prefeitos e vereadores, e teve a maior redução de eleitos para esses cargos em números absolutos, perdendo cerca de 300 prefeituras e mil cadeiras nos Legislativos. Com o crescimento dos partidos de centro, os tucanos dividem mais os holofotes no próprio campo.

Cortesia
Cortesia

Empossada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em lugar do saudoso deputado estadual Onevan de Matos (PSDB), Mara Caseiro deu o início a mais um mandato na Casa e, claro, sua caminhada rumo à reeleição em 2022. Começou a despachar recebendo várias lideranças políticas e colegas parlamentares. “Recebi em meu gabinete na @assembleiams, o prefeito reeleito de Guia Lopes da Laguna, Jair Scarpini. Muito bom ver os frutos do nosso apoio a quem sabe administrar um município com responsabilidade e vontade de fazer cada vez mais pelas pessoas”, festejou.

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