O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   23 de Maio de 2018
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Willams Araújo
Teste drive
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Dizem que, depois do prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa, a ideia da cúpula regional do MDB é testar a popularidade do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), na eventualidade de o ex-governador André Puccinelli abandonar a ideia de se candidatar pela terceira vez ao Parque dos Poderes. Analistas indicam que, apesar de toda a movimentação, o italiano ainda pode jogar a tolha. 

Tempo

Em dois meses, partidos políticos poderão começar a realizar convenções para escolher oficialmente candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), essas convenções devem ocorrer  entre 20 de julho e 5 de agosto.

Peças

De acordo com o calendário eleitoral de 2018, os candidatos têm até as 19h do dia 15 de agosto para apresentar ao TSE o requerimento de registro de candidatura a todos os cargos eletivos pleiteados. Por aqui, além do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em pré-campanha à reeleição, tem se manifestado interessado no pleito, o ex-governador André Puccinelli (MDB) e o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT). Mas alguns nanicos devem se apresentar. 

Limite

O dia 20 de julho é também o último dia para a Justiça Eleitoral divulgar os limites de gastos para cada cargo eletivo em disputa. Antes, no 31 de maio, o TSE divulgará, na internet, o quantitativo de eleitores por município, dado essencial para o cálculo do limite de gastos e do número de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal para prestação de serviços referentes às atividades de militância e mobilização de rua nas campanhas eleitorais. Já no dia 18 de junho será divulgado o montante de recursos disponíveis no Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

Refresco

Com a tramitação da proposta que prevê mudanças na Lei Kandir, já foi divulgada estimativa da compensação que deve ser devida aos municípios brasileiros, se aprovado o projeto do senador Wellington Fagundes (PR-MT). O relatório foi aprovado na Comissão Mista Especial no último dia 15. A proposta determina o repasse anual de R$ 39 bilhões para estados e municípios exportadores de produtos primários e semi-industrializados como forma de repor as perdas com a isenção de ICMS concedida pela lei. Campo Grande tem direito a R$ 58.468.680,15. 

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