O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   20 de Fevereiro de 2019
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Willams Araújo
Novela

De pires nas mãos, os governadores voltaram a Brasília na tentativa de resolver a situação de seus estados, em sua maioria crítica por conta de dívidas antigas. O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), é um dos poucos com o privilégio de pagar o funcionalismo em dia e tocar a máquina pública sem maiores dificuldades porque soube fazer o dever de casa, após herdar uma herança maldita dos governos anteriores. 

Lerdeza

Aliás, além da questão do endividamento dos estados, os governadores também foram em busca da aprovação de matérias pendentes no Congresso Nacional e até no STF (Supremo Tribunal Federal). Para piorar a situação, a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) da Câmara ainda precisa ouvir o ministro Paulo Guedes (Economia) e os chefes dos executivos sobre o endividamento dos estados e o prejuízo sofridos com a Lei Kandir para resolver a situação. 

Osso duro
Osso duro

Em uma reunião com a bancada federal, Reinaldo Azambuja pediu apoio para medidas prioritárias para o Estado como a compensação prevista na Lei Kandir e a duplicação da BR-163. O líder tucano defende que o TCU (Tribunal de Contas da União) encontre uma solução para garantir a duplicação da rodovia sob responsabilidade da concessionária CCR MSVia. A companhia assumiu a BR-163 em 2014 e recebeu o direito de explorar pedágios na pista em troca de investimentos na duplicação, que não foi concluída.

S.O.S

Sobre a Lei Kandir, a preocupação de Mato Grosso do Sul se dá por conta de um entendimento recente relacionado ao direito dos estados e Distrito Federal de receber compensações relativas à desoneração do ICMS nas exportações de produtos primários e semielaborados. Os governadores terão uma reunião na noite desta terça-feira (19) com o ministro Gilmar Mendes para discutir o assunto.

Cabeça

Embora novato, Nelsinho Trad (PSD-MS) foi escolhido o coordenador da bancada federal, função que antes era exercida pelo então senador Moka (MDB-MS). “Nós vamos servir como uma ponte para poder resolver esses problemas junto ao governo Bolsonaro, já estou de pronto organizando uma reunião com a bancada política do governo no sentido da gente otimizar cada vez mais as ações para o MS. O que a gente quer é um MS produtivo que possa gerar emprego, desenvolvimento e renda. E, a bancada federal está unida nesse sentido”, pregou. 

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