O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   19 de Outubro de 2018
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Willams Araújo
Pátria amada
Pátria amada

Relator do Projeto da Lei Orçamentária Anual para 2019, o senador Waldemir Moka (MDB-MS) vai analisar emendas importantes no setor de segurança, um dos principais pontos defendidos pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A primeira foi direcionada à Abin (Agência Brasileira de Inteligência), no valor de R$ 80 milhões. As outras são para as Forças Armadas: uma para o Comando do Exército, para implantação de sistema de defesa cibernético (R$ 70 milhões); e as outras duas para ações de caráter sigiloso da Marinha (R$ 5 milhões) e da Aeronáutica (R$ 20 milhões).

FPM

Vendo os recursos municipais minguarem, os prefeitos fazem um lobby dos diabos a fim de que o Congresso garanta dinheiro para o IBGE realizar um novo censo demográfico, coisa que não faz desde 2015.  Nos últimos anos o órgão tem trabalhado com estimativas e a mais recente publicada é preocupante porque existe a possibilidade de redução de recursos do Fundo de Participação dos Municípios de 135 cidades após a atualização dos coeficientes que teriam como base esse levantamento. Pedem que sejam incluídos no Orçamento R$ 150 milhões, montante necessário para que seja feita a recontagem da população. 

Ratazana

O plenário do Senado deve votar em breve um projeto de lei que regulamenta o controle e o combate a insetos e pequenos animais que se proliferam desordenadamente nas cidades e oferecem risco à saúde humana — entre eles, baratas, moscas, pernilongos, formigas, escorpiões, morcegos, ratos, pombos e caramujos.  O relator, senador Waldemir Moka (MDB-MS), leu parecer pela aprovação do texto e de emendas propostas pela Comissão de Meio Ambiente que ajustam a redação.

Controle

O objetivo do projeto, que teve origem na Câmara, é estruturar o setor, já que as empresas controladoras desses insetos e animais atuam obedecendo a normas técnicas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas sem legislação específica. De acordo com o texto, o controle dessas pragas deverá ser feito por empresas especializadas autorizadas pelo Ministério da Saúde e licenciadas pelas vigilâncias sanitária e ambiental do estado ou município.

Visão de futuro

Primeiro deputado federal cego da história do País, Felipe Rigoni (PSB-ES) disse que terá mandato interativo com a população, com foco no combate à corrupção governamental e na inclusão das pessoas com deficiência. O moço, de 27 anos de idade, recebeu em 7 de outubro mais de 84 mil votos, a segunda maior votação para o cargo no Espírito Santo. Rigoni terá direito a apartamento funcional e a gabinete parlamentar adaptados para cego e também acessíveis a pessoas com outros tipos de deficiência que quiserem entrar em contato com ele.

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