O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   21 de Janeiro de 2020
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Willams Araújo
Aquecimento

Durante reunião esta semana, o comando do PSDB em Mato Grosso do Sul começou a dar os primeiros passados rumo às eleições municipais de 2020, tanto em Campo Grande quanto no interior. Presidente regional do partido, Sérgio de Paula deseja fortalecer as bases eleitorais visando conquistar mais prefeituras no próximo pleito. Tirando o imbróglio político na capital, onde o grupo se divide entre candidatura própria e apoio à reeleição de Marquinhos Trad (PSD), o alto tucanato se mobiliza para continuar por mais quatro anos em nada mais que 37 prefeituras. 

Caminho estreito

Pela regra que vigorou até a disputa de 2018, a distribuição das cadeiras nas Câmaras de Vereadores era feita levando em conta a votação dada a todos os candidatos e partidos da coligação. Desta vez, cada partido terá de disputar isoladamente os cargos em todo território sul-mato-grossense, o que pode representar uma dificuldade a mais para as pequenas legendas a fim de atingir votação suficiente para eleger seus candidatos.

Quem avisa...
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...amigo é! Tem sido assim os comentários na cúpula nacional tucana sobre a resolução do partido que obriga candidaturas próprias nas capitais e em cidades consideradas estratégicas em todo país. Aliás, em recente nota divulgada à imprensa, o presidente do diretório nacional e amigo do governador de MS, Reinaldo Azambuja, Bruno Araújo, foi enfático em dizer o seguinte: “O PSDB é um partido que não foi criado para aderir. Nascemos há 31 anos para liderar, para construir alternativas”. Para um bom entendedor, meia palavra basta. 

Campo minado

Aliás, aos poucos, os partidos vão se mexendo, se reestruturando com vistas aos próximos desafios. O cargo mais cobiçado, é claro, é hoje ocupado pelo prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PMDB). Analistas acreditam numa pulverização de candidaturas por conta do fim das coligações aos cargos proporcionais (Câmaras de Vereadores), incluindo partidos gigantes e nanicos. Fragilizado diante dos últimos acontecimentos e notícias de corrupção em seus governos, até o PT pensa em sacrificar o deputado estadual Pedro Kemp. 

Beabá

Na tentativa de evitar que a STN (Secretaria do Tesouro Nacional) determine o bloqueio do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) por eventuais irregularidades, o que geralmente ocorre no segundo repasse dos recursos a cada dia 20 do mês, a CNM (Confederação Nacional de Municípios) criou uma espécie de cartilha contendo o “passo a passo”, alertando os prefeitos para que tenham as obrigações junto à União em dia. Para a entidade, manter a regularidade da verba é de extrema importância, pois mais de 80% dos municípios têm o FPM como principal fonte de receita.

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