O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   05 de Dezembro de 2021
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Willams Araújo
Polarização

A eleição presidencial de 2022 tende a gerar grande polarização, com Jair Bolsonaro (PL) disputando a reeleição e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentando retornar à Presidência da República para um terceiro mandato. Mas pré-candidatos de esquerda, centro e direita tentam se viabilizar como "terceira via", entre eles Ciro Gomes (PDT), a senadora Simone Tebet (MDB) e o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos).

Leque

Além de Ciro e Moro há um leque de nomes que quer representar a alternativa à polarização Lula-Bolsonaro, a chamada terceira via: Rodrigo Pacheco (PSD), Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), Simone Tebet (MDB), Luiz Felipe D'Avila (Novo), Alessandro Vieira (Cidadania), além, é claro, do tucano João Doria, que venceu as prévias do PSDB recente, derrotando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manus, Arthur Virgílio.

Missão impossível

Aliás, Doria  terá a tarefa difícil de resgatar a relevância do partido na corrida presidencial. Em 2018, o candidato tucano, Geraldo Alckmin, ficou em quarto lugar no primeiro turno, com pouco mais de 4% dos votos. Até agora, a única mulher na disputa é a senadora Simone Tebet, do MDB. A lista definitiva de candidatos só vai ser definida nas convenções partidárias que vão ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022.

Carta fora do baralho
Carta fora do baralho

Embora tenha negado isso em entrevista recente à imprensa sul-mato-grossense, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) disse ao comando do União Brasil, partido que será formado a partir da fusão entre DEM e PSL, que não deseja mais disputar a Presidência da República em 2022. A saída de Mandetta da lista de presidenciáveis abre caminho para que o União Brasil apoie outro nome da chamada "terceira via" para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula, ano que vem. 

Banco de reservas

Com a desistência de Mandetta, comunicada ao partido no último dia 23, não há nenhum outro integrante do União Brasil que apresente publicamente intenção de concorrer à sucessão de Bolsonaro. Moro entrou na política partidária no último dia 10 de novembro. Com menos de um mês de filiação, ele já busca alianças com outras legendas e tem procurado diálogo com União Brasil, Novo, Patriota, Cidadania e Republicanos.

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