O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   07 de Dezembro de 2021
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Willams Araújo
Trono
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Apesar das articulações nos bastidores, o encaminhamento em torno do processo sucessório de 2022 ainda é acanhado em Mato Grosso do Sul. Ainda assim, há peças no tabuleiro de xadrez se mexendo de olho na cadeira hoje ocupada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), como os ex-governadores André Puccinelli (MDB) e Zeca do PT, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), e o secretário de Estado de Infraestrutura e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel (foto), aposta do PSDB para as eleições do ano que vem. O nome do senador Nelsinho Trad (PSD) também é lembrado. 

Corrida maluca

No plano nacional, partidos da centro-direita têm discutido a possibilidade de diminuir o número de candidatos à Presidência nas eleições de 2022.  Participando dessas negociações estão o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que tem João Doria como pré-candidato; o Podemos, que conta com o ex-juiz Sergio Moro; o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que lançará a senadora Simone Tebet; o Democratas (DEM), que pretende se fundir ao Partido Social Liberal (PSL) e deve concorrer com o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Os presidentes desses cinco partidos estão conversando com regularidade sobre um possível afunilamento das candidaturas.

Planos e planos

Na avaliação desses dirigentes, cinco opções de candidatos dividem os votos da “terceira via”, ou seja, aqueles que pretendem competir contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. O plano seria negociar até abril para que seja possível reduzir o número a duas candidaturas. O PSDB, com João Doria, e o Podemos, com Moro, devem capitanear o projeto, devido à força do partido tucano em São Paulo e ao bom desempenho do ex-juiz nas pesquisas eleitorais. O pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, não tem participado dessas negociações, mesmo que também se coloque como opção da “terceira via”.

Fermento nela
Fermento nela

O presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi, acredita que a senadora Simone Tebet (MDB-MS) vai crescer e poderá liderar o movimento da terceira via na corrida eleitoral de 2022. Para Rossi, a participação dela na CPI da Pandemia  foi importante para que a base do partido tomasse a decisão de lançar sua pré-candidatura, segundo ele, a decisão foi “madura” e a candidatura é “para valer”. “A Simone tem demonstrado uma capacidade de trabalho muito grande. Na CPI da Covid ela defendeu a vida, defendeu o Brasil e os brasileiros, ela tem um histórico – enquanto mulher na política – de muita luta. É uma candidatura que nós do MDB acreditamos que vai crescer, que pode liderar esse movimento de terceira via, essa é a nossa intenção, é nisso que nós acreditamos”, disse, em entrevista a CNN. 

Conversas

Baleia Rossi afirmou que o MDB também vem conversando com outros partidos em busca de “alternativa aos extremos”. “Entendo que devemos dialogar com todos os partidos do centro-democrático, e tenho feito isso com o Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB, entendo que o Doria é um grande gestor, é um homem trabalhador. Tem o Rodrigo Pacheco, que eu tenho conversado com o presidente nacional do PSD, o Kassab, também um grande líder, tem dado um equilíbrio no Senado. Tenho conversado muito com Bivar e Neto do Brasil, tanto Bivar quanto Mandetta são dois excelentes nomes”, afirmou.

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