O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   14 de Agosto de 2020
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Willams Araújo
Nuvem de incertezas

Apesar da definição de um novo calendário eleitoral devido à pandemia do Covid-19 (novo coronavírus), a temperatura política em Campo Grande como nas demais cidades sul-mato-grossenses ainda é morna, com poucas movimentações públicas a respeito das disputas paroquiais. Tudo esse cenário dentro de um calendário apertado, ou seja, com prazos curtos. O período de convenções partidárias, por exemplo, começa em 31 de agosto e vai até 16 de setembro. A propaganda começa no dia 27 de setembro. Por enquanto, os bastidores remotos dominam o pleito. 

Águas calmas
Águas calmas

Aliás, enquanto a calmaria perdura, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) navega em águas calmas no mar da Capital rumo ao seu projeto de reeleição. Sem adversário em potencial, ao menos por enquanto, ele segue fazendo pré-campanha solitário, auxiliado pelas obras de infraestrutura que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem feito na cidade, o que demonstra cada vez mais que o PSDB será  coadjuvante nas eleições municipais de novembro no maior colégio eleitoral sul-mato-grossense. 

Esperança

Depois de muitas idas e vindas, o Palácio do Planalto finalmente enviou a Reforma Tributária ao Congresso Nacional. A primeira fase prevê a unificação do PIS e da Cofins criando a CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços), que deverá ter alíquota de 12%, segundo o texto da proposta. Para analistas, a entrega da proposta do governo foi, sem dúvida alguma, um evento positivo porque destrava o debate sobre o tema e envia um sinal positivo para o mercado e os investidores. Resta saber como será a redistribuição do bolo financeiro entre as entres esferas administrativas. Governadores e prefeitos estão esperançosos. 

Overdose 1

Presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB-MS) apresentou projeto (PL 4078/2020) para permitir que estados e municípios possam gastar até 31 de dezembro de 2021 os recursos recebidos para ações de saúde e de assistência social relacionadas à pandemia do novo coronavírus. A proposta ainda veda a possibilidade de a União solicitar a devolução do dinheiro sob quaisquer motivos.

Overdose 2

Pela norma em vigor, este montante deve ser executado até o final do período de calamidade, em 31 de dezembro de 2020. Ocorre que, provavelmente, no próximo ano ainda serão necessárias medidas relacionadas à pandemia, como a compra de vacinas, por exemplo, ou a continuidade de programas de distribuição de alimentos ou de proteção social para a população mais vulnerável. A proposta de Simone garante que o recurso que não for totalmente executado este ano continue na mão de estados e municípios e não seja devolvido ao Tesouro Nacional para ser usado em outros fins em 2021.

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