O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   16 de Junho de 2021
Publicidade
Últimas Notícias
Willams Araújo
Jabutis

Simone Tebet (MDB-MS) criticou os “jabutis” incluídos pela Câmara dos Deputados na MP 1.031, da capitalização da Eletrobras. A senadora, que é líder da bancada feminina no Senado, destacou a importância de os senadores retirarem esses trechos antes de a MP perder a validade. “O que fez a Câmara? Num plenário virtual, numa pandemia, a toque de caixa, incluiu interesses de lobbies ilegítimos, com nome e sobrenome, com endereço fixo conhecido.”

Controle
Controle

Simone Tebet acrescentou que o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo controlado pelo bloco político conhecido como “Centrão”. “O governo está na mão do Centrão, quer entregar para o mercado qualquer coisa para dizer que está forte, não tem coragem de falar o que pensa. Isso que dá fazer reformas e privatizações com o governo frágil”, disparou a política sul-mato-grossense. 

De saída
De saída

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde, poderá deixar em breve os quadros do DEM, partido que está rachado. Ainda não conversou com Gilberto Kassab sobre para que partido irá. Não parece ter pressa em definir seu destino. Mas não descarta disputar o governo do Rio de Janeiro em 2022 ou uma vaga no Senado. Embora ACM Neto negue, o DEM está cada vez mais próximo do presidente Jair Bolsonaro, motivo principal da saída iminente de Mandetta, desafeto do capitão. 

Queda de braço

Há dias, a Executiva Nacional do PSDB aprovou a proposta da Comissão das Prévias para definir o candidato do partido à Presidência da República. No entanto, o modelo ainda pode sofrer ajustes em relação ao peso dos grupos de votantes por conta de divergências entre  os diretórios de São Paulo e Minas Gerais. Pela proposta, a escolha do candidato seria decidida pelos votos de quatro grupos, cada um com igual peso de 25%: 1) filiados; 2) prefeitos e vice-prefeitos; 3) vereadores, deputados estaduais e distritais; e 4) governadores, vice-governadores, ex-presidentes e o atual presidente do partido, além de deputados federais e senadores. 

Pesos

O grupo paulista, que defende a indicação do governador João Doria à disputa pelo Palácio do Planalto, propôs uma nova divisão, em que o grupo dos filiados teria peso de 50% e o de mandatários em geral, outros 50%. Já os mineiros sugerem a manutenção dos quatro grupos de 25%, mas inserindo as executivas estaduais no grupo de prefeitos e vice-prefeitos. Além de Doria, três tucanos deram declarações de que pretendem disputar as prévias: o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o senador cearense Tasso Jereissati e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

Curta no Facebook
Copyright © 2004 - 2015
Todos os direitos reservados
Conjuntura Online
Rua São Remo, 390
Jardim Vilas Boas, Campo Grande / MS