O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   25 de Março de 2019
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Willams Araújo
Suicida

Ao que tudo indica, a disputa pela prefeitura de Campo Grande em 2020 contará com a participação de grupo político inusitado, depois de prisões e envolvimento de agentes políticos em acusações sobre atos constrangedores na política nacional. Dizem que o ex-senador Delcídio Amaral, por exemplo, pode trocar o PTC pelo PTB, para enfrentar o prefeito Marquinhos Trad (PSD). Se não for jogo de cena, esperar pra ver o que vai dar! 

Histórico

Em maio de 2016, Delcídio teve o mandato de Senador cassado por 74 votos a favor, tornando-o inelegível. O ex-senador também é réu em ação por suposta corrupção na compra de Pasadena pela Petrobras. Em julho de 2018, foi absolvido pela Justiça Federal e registrou candidatura a uma vaga no Senado Federal, mas teve o registro indeferido pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul).

Braços dados
Braços dados

Aliás, Marquinhos Trad deve navegar em águas tranqüilas na disputa pela reeleição, ano que vem. Sem a provável participação do PSDB no pleito, o prefeito não deve ter maiores dificuldades de ser reeleito para mais quatro anos de mandato. Terá inclusive, o apoio do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com quem anda entre braços e abraços pelas ruas da capital entregando e anunciando investimentos em obras conjuntas.  

Marcha

O presidente da Assomasul, Pedro Caravina, considera a XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios uma pauta providencial em busca de conquistas em favor dos municípios brasileiros. Acredita num grande movimento este ano em favor das causas municipalistas. Ao chegar aos mais de 4 mil participantes, aumentam as expectativas do movimento, de 8 a 11 de abril, para um público recorde. Somente de MS devem pisar na capital federal cerca de 60 prefeitos. 

Pauta

Organizada pela CNM, a XXII Marcha a Brasília irá defender a aprovação de várias matérias de interesse das prefeituras. Entre as pautas principais constam a liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) que derrubou a proposta que beneficia os municípios com a cobrança do ISS (Imposto sobre Serviço) no local onde são realizadas as transações com cartão de crédito, os royalties do petróleo e o aumento de 1% no repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

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