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Covid-19: Saúde planeja para o dia 19 cerimônia de início da vacinação

Governo quer sair na frente na imunização contra o novo coronavírus

13/01/2021 - 16h03

De Brasília 

Vista do prédio do Ministério da Saúde em Brasília (Foto: Divulgação)

O Ministério da Saúde está planejando para a próxima terça-feira, 19 de janeiro, uma cerimônia para dar início ao plano de vacinação contra a covid-19. A intenção seria vacinar duas pessoas do grupo prioritário, um profissional da saúde e um idoso acima de 75 anos, como sendo um ‘pontapé’ do processo de imunização.


A estratégia é considerada meramente simbólica, já que não haveria tempo hábil para distribuir as doses aos estados e começar a imunização nacional na mesma data da cerimônia. Está marcada para esta data uma reunião do Ministério da Saúde com governadores, que deveria ter acontecido na última terça-feira (12), mas foi postergada para o dia 19. O encontro seria justamente para definir o início da vacinação no país.


Oficialmente, a pasta informou aguardar a divulgação, por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de resposta aos pedidos de uso emergencial das vacinas para dar o próximo passo. A divulgação da autorização de uso será feita no próximo domingo (17). Conforme o ministério, caso um dos imunizantes seja liberado, “a pasta planeja um evento no início da semana que vem, em Brasília, para divulgar a data de início da vacinação no Brasil”.


As vacinas em questão são as candidatas da Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca, que no Brasil será produzida em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), e da CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, e que no país está sendo produzida em parceria com o Instituto Butantan.


As duas milhões de doses iniciais da vacina de Oxford a serem aplicadas, entretanto, estão sendo importadas da Índia, do laboratório indiano Instituto Serum. No caso da CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, os seis milhões de imunizantes a serem utilizados inicialmente vieram prontos da China.


O ministro Eduardo Pazuello já indicou que após aprovação da Anvisa, os imunizantes devem ser distribuídos aos estados em um prazo de três a quatro dias. “A partir do momento que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia, (a vacina) já estará nos estados e municípios para iniciar a vacinação”, declarou na última segunda-feira (11).


Caso a agência aprove algum imunizante para uso emergencial no próximo domingo, quando a diretoria colegiada da agência se reunirá para decidir sobre os pedidos do Instituto Butantan e da Fiocruz, o prazo de Pazuello para distribuir as vacinas acabaria no próximo dia 21.

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