O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   17 de Dezembro de 2018

EXPRESSO 15

24/08/2018 - 10h06

Roberto Costa

Osvaldo Mochi Júnior e Tânia Mara Garib são duas pessoas intimamente ligadas ao ex-governador André Puccinelli que agora estão representando o MDB na disputa pelo Governo do Estado.

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A MODA ANTIGA – Na condição de candidatos a governador e vice, Mochi e Tânia são dois políticos que priorizam o corpo a corpo, ou seja, o aperto de mão, os olhos nos olhos, a campanha no chão.

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AFERIÇÃO – Olhando as mais recentes pesquisas, Reinaldo Azambuja (PSDB) e Odilon de Oliveira (PDT), estão se alternando na liderança. O quadro se apresenta ainda indefinido.

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VACUO – O representante do Movimento Democrático Brasileiro, por do elevado número de eleitores indecisos, espera tirar proveito como sendo a pessoa certa para projetar o futuro sul-mato-grossense.

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CUSTO – A nova realidade política não permite abuso do poder econômico como era até bem pouco tempo. Agora ‘todos terão que fazer muito com pouco’, apesar da desconfiança de alguns.

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FAKE NEWS – Como se não bastasse à escassez de recursos para tocar a campanha, apesar dos ‘olhar vigilante do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral’, as noticias falsas certamente que serão plantadas.

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PROTAGONISMO – O eleitor, que é a pessoa que tem o poder de manter os que aí estão ou renovar o quadro, se não ficar atento, não vasculhar a vida de cada um, não pesquisar, não avaliar...

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CENÁRIO NACIONAL – Falando especificamente da Presidência da República, ‘o Brasil que todos queremos', se não houver mudança de atitude, certamente que continuará o mesmo’.

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CETICISMO – A nebulosidade em relação ao futuro tem tudo a ver os nomes que estão liderando nas pesquisas. Um é presidiário enquanto o outro é improvável fazer qualquer projeção.

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INCERTEZA – E por falar em falta de perspectiva, quando é que a justiça dará parecer conclusivo sobre a inelegibilidade ou não de José Orcírio Miranda dos Santos e Alcides de Jesus Peralta Bernal?

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INSEGURANÇA - Nome novo na política sul-mato-grossense, Odilon de Oliveira, certamente que ficou ‘sem chão’ com a retirada da escolta da Polícia Federal. Odilon terá tranquilidade para visitar os municípios e pedir voto?

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CONFÚCIO – “Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros”.

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