O Santos deve seguir mudando o perfil de seu elenco nos próximos dias, com mais saídas projetadas, mas que ainda dependem de ofertas que agradem ao clube e aos atletas que não fazem parte dos planos neste momento.
A ideia da diretoria do Peixe é a de se "livrar" do gasto alto com jogadores que não estão rendendo. Mas nem sempre o cenário é simples. Tiquinho, por exemplo, que tem salário alto e um vínculo longo, até o fim de 2027, chegou a receber propostas de Remo e do Coritiba, mas não quis deixar o Peixe.
O zagueiro Alexis Duarte é outro que deve ter de procurar outro clube. Ele também foi colocado no mercado, mas o clube ainda não conseguiu concretizar a saída. Com a lesão de João Basso, é possível que ele volte pelo menos a ocupar uma vaga entre os reservas nos próximos jogos.
Duarte chegou a atuar nessa temporada, mas a avaliação foi ruim. O paraguaio é hoje uma das últimas opções assim como Alex Nascimento, também zagueiro e fora dos planos.
Outros jogadores podem aproveitar oportunidades eventuais de mercado, com o é o caso de Benjamín Rollheiser, que foi contratado do Benfica, de Portugal, por R$ 65 milhões e tem contrato até 2028, mas não tem atuado bem e atualmente é reserva.
Neste caso, porém, o Santos que uma saída pode ser uma boa opção desde que receba uma proposta com valores próximos ao que gastou no ano passado. Há um obstáculo, porém: a janela da maioria dos grandes mercados europeus, como Portugal, Espanha, França, Alemanha e Inglaterra, já fechou.
Em relação ao Brasil, os clubes podem movimentar-se até o dia 3 de março, quando fecha a primeira etapa de transferências da temporada 2026.
Desde o início ano, quatro jogadores deixaram o Peixe: o lateral-esquerdo Souza foi vendido ao Tottenham, da Inglaterra, o atacante Guilherme foi negociado com o Houston Dynamo, dos Estados Unidos, o argelino Bilal Brahimi foi para o Estrela da Amadora, de Portugal, e o paraguaio Gustavo Caballero foi para o Portsmouth, da Inglaterra.
(Com ge - Santos)
